sexta-feira, 24 de setembro de 2010





NUMA MANHÃ QUALQUER

Retira os óculos escuros e deixa o raio de sol bater direto no rosto. Deseja espantar o sono. Sente-se enjoado, quando sai de carro de manhã. Mas, pensa que tudo tem um preço, inclusive, por estar vivo. O carro atravessa a estrada como todos os dias. As idas e vindas nunca são as mesmas, apesar de parecerem iguais. Olha a paisagem e tenta participar da conversa dos outros ocupantes do automóvel. Tem uma sensação de felicidade por está ali.

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