segunda-feira, 6 de setembro de 2010





A casa vive em mim, posso sentir ainda o calor, o aroma dos que habitaram nela. Inclusive, ouço os barulhos de arrumação, as conversas, gritos das crianças e o alvoroço dos cachorros da rua. Vou levá-la para sempre comigo, mas, agora, preciso ir embora. Tenho que construir outros labirintos de lembranças. Entretanto, em todas minhas outras vidas, ela estará comigo guardando o que fui um dia.

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