quarta-feira, 7 de novembro de 2012

POST DELETADO



Imagem retirada na Internet


Às vezes quase me afogo em mim. Não é egocentrismo. É que sou tão fragmentado que pareço universo diverso, que na realidade é grãos de areia ao vento.

Tenho ideias, lógico que muitas delas são merda. Mas, prefiro tentar concretizá-las a deixá-las mofando no escuro da gaveta. Pelo menos tentei algo, se não levo jeito pra coisa, procuro outra coisa para fazer.

Estou com inveja. Não quero, mas tenho que aceitar que sou humano e capaz de sentir sentimentos sublimes e mesquinhos. 

Zumbi não pensa, vive guiado pelo instinto. Logo, torna-se uma criatura pura. Mata para saciar a fome, não por ganância.


De repente, fiquei com medo de pensar:
Viver pode significar morrer
Morrer pode significar viver 

Não me aguento, quando começo a pensar que sou especial.

 Quero ser amorfo.

 Eu não sou engraçado, mas eu gosto das minhas piadas. Então, serei comediante de mim.

Segunda-feira, que bom! Adoro trabalhar!


Sou o mestre das inutilidades!

Você daria sua vida para a realização de um desejo efêmero?

Não tenho um lado e nem estou em cima do muro. No momento, permaneço num intervalo. 

À DERIVA.

Alguém me empresta dois mil reais?

Quando falam que sou profundo, sinto-me a profundeza do oceano, onde vivem os seres muito antigos.

 Às vezes me sinto tão amargo...

Um bom escritor precisa conciliar a imaginação com o conhecimento. Só a primeira o texto fica sem sentido e só o segundo, fica pedante demais. Por isso, se eu quiser ser um bom escritor, terei que comer muito feijão.

Sempre me perguntam qual a faculdade que fiz, questionando a razão de não seguir a carreira. Fico sem saber o que responder. Fazem outra pergunta: “Qual a finalidade do curso?” e falo superficialmente que o curso se divide em três vertentes: Sociologia, Ciências Políticas e Antropologia... Aí, questionam sobre o mercado de trabalho. Fico apreensivo, não quero servir de paradigma. Existem muitas pessoas que fizeram Ciências Sociais e estão muito bem colocadas e realizadas profissionalmente. Como em outras áreas, há pessoas que fizeram Direito e não seguiram a carreira por não gostarem, como médicos e entre outros... No final das contas, é a pessoa que faz a diferença. Se ela é aplicada, pode fazer qualquer atividade, que se destacará e conseguirá ser bem sucedida, apesar das adversidades. Se valeu a pena pra mim? Sim. Através dela fui encontrando minha individualidade. Antes, vivia na superfície e queria percorrer caminhos de outras pessoas.



Sinto fome de espaço vazio.

A cada dia reforço a ideia que escrever é meu segundo oxigênio.


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