domingo, 5 de dezembro de 2010



CALOR

Mergulhado em sentimentos mesquinhos, vou à janela e deixo a chuva me banhar. Ela está densa e molha a cama e o chão do quarto; mas, não me importo, sinto-me leve. A minha insignificância não é mais um fardo. Posso conviver com estes sentimentos sem me deixar abater.
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