segunda-feira, 5 de agosto de 2013

LAURO

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Quando nasceu, os familiares projetaram os sonhos perdidos nele. Ele aceitou carregá-los, apesar do peso. O tempo passou, Lauro começou a quebrar cadeiras e quando pisava surgiam pegadas profundas.

Um dia, andando pela rua, Lauro estava tão pesado com os sonhos alheios que de repente desapareceu na enorme cratera provocada por ele.

Foi parar em um mundo subterrâneo, onde havia outro céu e mar. Lá, os nativos o viam como era e não um receptáculo de ideais dos outros.


Pela primeira vez, sentiu-se leve.
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