quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Edward Hopper

Um dia,

quando procurava um apartamento para alugar, encontrou um espaço vazio que lhe era íntimo. O ambiente desocupado transbordava significados que ele ainda não conseguia decifrar, mas que dialogava com ele. Observou a luz se expandir na imensidão vazia do recinto e, ao mesmo tempo, sentiu-se aquecido, como se a claridade penetrasse nos vácuos existentes dentro dele. Começou a pensar que os objetos apesar de não terem vida, possuem de certa forma uma aura que entra em contato constante com a dos vivos.


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